| lyric | Ai! O amó, ai ai! Amó bobage que a gente náo explica, ai, ai! Prova un bocadínho, oi! Fica envenenado, oi! E pro resto da vida é um tal de soffrer, o lará, o leré. Na baixa do sapateiro encontreí um dia o mulato mais frajola da Baia pediu me um beijo, nao dei! Um abrago sorri! Pedíu me amáo, ná0 quiz dar! Fugi! Baia, terra da felicidade, morena, eu ando louca de saudade! Meu Sinhó do Bomñm, Arranje um moreno igual sinhó prá mim. Oi! Baia, ai, ai! Baia che náo me sabe do pensamento, ai fago o meu lamento, oi! Na desesperanga, oi! De encontrá pr”esse mundo 0 amó que eu perdi na Baia vó contá. |